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	<title>Blog do faraohh</title>
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	<description>Assuntos diversos, inclusive tecnologia.</description>
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		<title>Blog do faraohh</title>
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		<title>Relatos sobre a LinuxCon</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 16:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Linuxcon]]></category>

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		<description><![CDATA[Estivemos no Hotel WTC Sheraton em São Paulo, na LinuxCon (http://events.linuxfoundation.org/events/linuxcon-brazil/pt/inicio), o evento seguiu com palestras, keynotes e discussões (estilo entrevista) em uma área comum na parte da manhã e 5 palestras concorrentes na parte da tarde, logo no cadastramento houve problemas técnicos, além das enormes filas que se formaram a organização do evento não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=127&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estivemos no Hotel WTC Sheraton em São Paulo, na LinuxCon (<a href="http://events.linuxfoundation.org/events/linuxcon-brazil/pt/inicio">http://events.linuxfoundation.org/events/linuxcon-brazil/pt/inicio</a>), o evento seguiu com palestras, keynotes e discussões (estilo entrevista) em uma área comum na parte da manhã e 5 palestras concorrentes na parte da tarde, logo no cadastramento houve problemas técnicos, além das enormes filas que se formaram a organização do evento não conseguia identificar os inscritos, acabaram liberando o cadastramento para depois das palestras de abertura. Representamos a UFG no evento e tivemos a oportunidade de interagir com membros famosos da comunidade Linux, eu particularmente, gosto muito da filosofia da comunidade de SL, o pessoal estava inspirado, logo no primeiro dia, no painel de discussão: <strong>Linux, Present and Future</strong> com Linus Torvalds, criador do Linux; Andrew Morton, mantenedor oficial do kernel Linux e Jim Zemlin, diretor executivo da Linux Foundation relembraram o início que é sempre curiosidade para os novatos e como as coisas se tornaram grandes, enormes ao ponto do entrevistador que fez a seguinte pergunta: O Bill Gates e o Steve Jobs estão podres de rico e fizerem menos que vocês (há controvérsias), vocês são loucos de fazer isso de graça? O Andrew respondeu, bem quando eu morrer eu gostaria que escrevessem na minha lápide &#8220;Alguém que fez alguma coisa útil&#8221;, e eu lhe dei uma salva de palmas!</p>
<p>No primeiro dia acompanhei as seguintes palestras:</p>
<p>1. Transmissão da Copa do Mundo FIFA 2010 na Globo.com, Ernesto Thorp.</p>
<p>O palestrante discorreu sobre como a Globo atacou o problema de streaming de vídeo para transmissões da copa de 2010, infraestrutura e etc, colocou que foi surpreendente os acessos pós copa no jogo que não foi televisionado contra os Estados Unidos, também era de se esperar quem não queria ver o que o Dunga não teve coragem de fazer&#8230;</p>
<p>2. Ambiente virtualizado com oVirt &#8211; O menor cliente Linux para a computação em nuvem, Ricardo Marin Matinata.</p>
<p>Confesso que cometi uma gafe, confundi o oVirt (<a href="https://fedorahosted.org/ovirt/">https://fedorahosted.org/ovirt/</a>) que é uma ferramenta de gerenciamento de VM com oVirt ambiente virtualizado robusto, minimalista, gerenciável e escalonável, a partir de uma distribuição Fedora Linux comum, então fiquei um pouco frustrado mas foi &#8220;mea culpa&#8221;.</p>
<p>3. Free Cloud Alliance: A computação em núvem de código aberto para aplicações de missão crítica, Rafael Manhaes Monnerat.</p>
<p>4. Construindo uma plataforma de conferência web com SL, Erivelton Rodrigues Nunes.</p>
<p>O palestrante abordou algumas soluções para webconferencia em Linux, gostei muito da tabela comparativa entre soluções/capacidade/funcionalidade tudo apontou para o OpenMeetings (http://code.google.com/p/openmeetings) inclusive já acertamos de disponibilizarmos esse serviço aqui na Universidade.</p>
<p>5. Inclusão do suporte para o idioma português do Brasil no sintetizador de voz Festival, Fernando Auil.</p>
<p>O palestrante de sotaque espanhol, acadêmico da USP, mostrou ter bastante capacidade técnica fazendo literalmente soldas em software de padrões e reconhecimento de voz fiquei interessado porém pareceu muito difícil fazer tudo isso falar a mesma língua (desculpem o trocadinho), concordamos também que existe uma lacuna entre teoria acadêmica e prática mercadológica e a conclusão é óbvia, seguir no caminho do meio.</p>
<p>6. Clusters Linux de Alto desempenho na Petrobras, Luiz Rodolpho Rocha Monnerat.</p>
<p>O palestrante (<a href="http://www.cos.ufrj.br/~monnerat/">http://www.cos.ufrj.br/~monnerat/</a>) foi conciso, usou o tempo com tremenda habilidade, tocou nos assuntos mais interessantes e discorreu com elegância, foi surpreendente ver a evolução do clusters de desktops para computação heterogênea e o uso GPU&#8217;s, particularmente foi a melhor palestra do evento, é bom informar que o cluster da Petrobras já esteve entre os Top100 (os 100 maiores do mundo).</p>
<p>No segundo dia, a discussão <strong>Linux Kernel Panel</strong> com James Bottomley, Novell; Christoph Hellwig; Ted Ts&#8217;o, Google; Thomas Gleixner; Moderada por Jon Corbet, Linux Weekly News falaram sobre a motivação de cada um em usar e compartilhar o trabalho no Linux, a tendência é prazer, desafio e superação. <strong>Keynote: Consumerization of IT and Its Implications For Open Source </strong>Jane Silber, CEO da Canonical discorreu sobre Linux nos desktops e integração entre repositório de aplicativos e os usuários, concluiu que o Linux no desktop é um caminho sem volta mas nós já sabíamos disso. :-) <strong>Keynote: Where Are Linux Filesystems Going? </strong>Ted Ts&#8217;o , Google, para mim esse cara é um gênio o parte que mais me chamou a atenção é sobre uma nova tecnologia de um híbrido de RAM e SSD que seria um RAM não volátil coisa para no mínimo daqui a 5 anos, tomara que não menos. :-P</p>
<p>Na parte da tarde assisti as seguintes palestras:</p>
<p>1. Realidade aumentada na plataforma Linux, Alessandro de Oliveira Faria.</p>
<p>Como gosta de ser chamado o pastrante Cabelo, falou sobre realidade aumentada com ARToolKit, uma ferramenta para esse fim, demonstrou com criar os marcadores, calibrar a câmera e brincar com a tecnologia, mostrou também como funciona o jogo <em>Levelhead</em> (<a href="http://ljudmila.org/~julian/levelhead/">http://ljudmila.org/~julian/levelhead/</a>) muito interessante.</p>
<p>2. Hardening Linux Servers, Marta Vuelma.</p>
<p>Administradores de sistema e de redes são em sua maioria extremamente preocupados com segurança e não poderia ser diferente, senha como root, toor, 1234&#8230; e etc são comuns para usuário leigos, o que a palestrante não admite é pessoas da área cometerem esses sacrilégios, abordou também monitoramento de sistemas, IPS, IDS, firewall fullstate, firewall de aplicação e etc, boa palestra ponto para mulheres na tecnologia.</p>
<p>3. Ginga-NCL: Middleware de referência para TV digial, Marcelo Moreno.</p>
<p>TV digital brasileira tem que ter ginga e com certeza o Ginga-NCL é fabuloso, parece que os caras pensaram em tudo, deste a estrutura até o acabamento, vale lembrar que Ginga usa Lua que é uma linguagem de programação brasileira, já esteve entre as Top10 do ranking Tiobe. O palestrante mostrou como seria um programa de auditório com interação entre o telespectador, é muito interessante, além de ser possível a interação com outros dispositivos ao mesmo tempo controlando o que passa na TV, seria algo como do meu celular manipular as opções da TV sem atrapalhar que está assistindo, no meu ranking é a segunda melhor palestra do evento.</p>
<p>4. Automação e administração de Data Centers com Linux, Diogo Carlos Fernandes.</p>
<p>Foi demonstrado como a IG administra seus Data Centers, basicamente o que o Diogo e sua equipe fez foi colocar algumas soluções para trabalharem juntas, como é de se esperar a parte mais difícil é homogeneizar o ambiente, anotamos algumas das soluções que ele utilizou o que não gostei é que ele fala muito compassado e atrapalhou no tempo da palestra, que não tira o brilho da palestra que foi muito útil.</p>
<p>5. It&#8217;s Really Time for Real-Time, Thomas Gleixner.</p>
<p>O Thomas é um desenvolvedor do kernel do Linux, a qualidade técnica desses profissionais estão em outro nível, ele falou do atual estágio do kernel em tempo real e que o Linux já pode ser usado em cirurgias médicas ou controlando laser em indústrias, deixou claro e demonstrou alguns problemas ainda insolúveis por enquanto.</p>
<p>6. Desenvolvimento de mão de obra qualificada em Linux e SL no Brasil, Jim Lacey.</p>
<p>Todos sabemos que a LPI é a organização sem fins lucrativos que certifica profissionais com conhecimentos em GNU/Linux, Jim é Diretor Executivo da LPI valorizou muito os profissionais brasileiros e acredita que o campo ainda é vasto para crescimentos e oportunidades, adiantou que haverá novas certificações entre instituições com profissionais multi-competências como por exemplo: LPI+CISCO.</p>
<p>O evento foi muito bom e tive a oportunidade tietar, tirei um foto com Andrew Morton.</p>
<div id="attachment_132" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/09/img_0331.jpg"><img class="size-medium wp-image-132" title="Andrew Morton" src="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/09/img_0331.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Andrew Morton" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Andrew Morton, Kernel #2</p></div>
<p>Na hora do almoço tive a oportunidade de conhecer o &#8220;<em>Gleydson Mazioli da Silva&#8221;</em>, para quem não conhece ele é autor do Guia Foca GNU/Linux (<a href="http://focalinux.cipsga.org.br/">http://focalinux.cipsga.org.br/</a>).</p>
<div id="attachment_134" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/09/img_03341.jpg"><img class="size-medium wp-image-134" title="Gleydson Mazioli" src="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/09/img_03341.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Gleydson Mazioli" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Gleydson Mazioli do Guia Foca Linux</p></div>
<p>Ganhei uma revista &#8220;Linux Magazine&#8221; autografada do Jon Maddog Hall.</p>
<div id="attachment_135" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/09/img_0335.jpg"><img class="size-medium wp-image-135" title="Jon Maddog Hall" src="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/09/img_0335.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Jon Maddog Hall" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jon Maddog Hall, The man</p></div>
<p>Perguntei a ele se ele usa EMAKS ou VI e a resposta é clássica, &#8220;Eu sobrevivia sem nenhum deles.&#8221; podia ter ido embora sem essa. :-(</p>
<p>Abraços!</p>
<br />Filed under: <a href='http://faraohh.wordpress.com/category/geral/'>geral</a> Tagged: <a href='http://faraohh.wordpress.com/tag/linuxcon/'>Linuxcon</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/127/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=127&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Linguagem de programação Ruby</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/08/30/linguagem-de-programacao-ruby/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2010/08/30/linguagem-de-programacao-ruby/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[Criamos uma lista de discussão para trocarmos ideia/experiências sobre desenvolvimento, linguagens de programação e frameworks quem quiser participar acesse [http://groups.google.com.br/group/godev] abaixo replico uma de minhas postagens. Olá a todos, Então vamos? Para organizar melhor as coisas, primeiro criei uma outra thread para fins de histórico de pesquisa, acredito que outros podem acha na internet através do assunto, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=121&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criamos uma lista de discussão para trocarmos ideia/experiências sobre desenvolvimento, linguagens de programação e frameworks quem quiser participar acesse [<a href="http://groups.google.com.br/group/godev">http://groups.google.com.br/group/godev</a>] abaixo replico uma de minhas postagens.</p>
<p>Olá a todos,</p>
<p>Então vamos? Para organizar melhor as coisas, primeiro criei uma outra thread para fins de histórico de pesquisa, acredito que outros podem acha na internet através do assunto, depois vinculo como referência e motivação para discutimos o proposto no assunto do email anterior pelo nosso amigo Prof. Ole. [0]</p>
<p>Como sugeri vou abordar a Linguagem Ruby e o Framework Rails, acredito que a maioria está familiarizada com os jargões técnicos da informática e não me reterei a eles, gosto de referenciar tudo no final do texto através dos marcadores numéricos que uso entre colchetes, logo os mais atenciosos podem consultá-los sem ter que atrapalhar a leitura superficial e não quero convencer ninguém de usar essa linguagem/framework, estarei apenas mostrando seus pontos forte e porque escolhi usá-la em minha vida profissional.</p>
<p>Vamos ao que interessa, o Ruby é uma linguagem de programação criada por Yukihiro Matsumoto, também conhecido como Matz, japonês nascido em 14 Abril de 1965 é casado e tem quatro filhos, uma frase muito conhecida de Matz é:</p>
<p>&#8220;Ruby is simple in appearance, but is very complex inside, just like our human body.&#8221; [2]</p>
<p>Que em uma tradução livre é &#8220;Ruby é simples em sua aparência, mas muito complexa por dentro, assim como nosso corpo humano.&#8221;, e na prática é isso que vivemos, Ruby é dinamicamente tipada ou seja não precisamos declarar e alocar variáveis como fazemos na linguagem C, essa abstração permite programar com muito mais facilidade sem nos preocuparmos com a parte dura, ou seja, nos preocupamos com o negócio e não em alocar memória para o recurso e toda aquela confusão que fazemos com ponteiros&#8230;</p>
<p>Basicamente temos as seguintes definições:</p>
<p>var poderia ser uma variável local.<br />
@var é uma variável de instância.<br />
$var é uma variável global.</p>
<p>Ruby foi iniciado em 24 de fevereiro de 1993 e ocupou a décima posição no rank Tiobe [3] em 2009, perdeu 2 posições em 2010, porém não perdeu<br />
em outras questões que iremos abordar agora. Em Ruby tudo é objeto logo seria redundante dizer que a linguagem é Orientado a Objetos [4],<br />
orientação a objetos é um paradigma de programação que imita (ou simula) o mundo real permitindo assim abstrair os conceitos que temos<br />
puramente intrínsecos para um mundo computacional, então podemos dizer mais ainda, podemos dizer que Ruby é orientada a humanos, vamos novamente ao que Matz disse:</p>
<p>“I wanted a scripting language that was more powerful than Perl, and more object-oriented than Python3.”</p>
<p>&#8220;Eu queria uma linguagem que fosse mais poderosa que Perl e mais orientada a objetos que Python3.&#8221; [5]</p>
<p>Aqui eu acabo me esbarrando onde não queria mas como não foi eu que disse então passemos adiante. :-) Isso também quer dizer que se eu<br />
declarar um número ele não é necessariamente um inteiro ou um ponto flutuante, ele é um objeto que posso aplicar métodos sobre ele, algo como:</p>
<p>3.times { puts &#8220;Eu amo Ruby!&#8221; }</p>
<p>Eu obtenho:</p>
<p>Eu amo Ruby!<br />
Eu amo Ruby!<br />
Eu amo Ruby!</p>
<p>E isso é uma influência de Smalltalk [6], provando que Ruby é uma linguagem realmente dinâmica em todos os sentidos, apesar disso é uma<br />
linguagem extremamente flexível que nos tira as dificuldades, vou tentar demonstrar essa facilidade:</p>
<p>a = 1<br />
b = 2<br />
a,b = b,a #=&gt; a = 2 e b = 1</p>
<p>O que está a frente do #=&gt; é o valor que as variáveis assumem após aquela linha ou seja, troco os valores das variáveis de uma maneira<br />
simples e elegante, se me perguntarem: Qual o maneira que outras linguagens fazem isso? Tradicionalmente poderia dizer que: 1) cria-se<br />
uma variável temporária para armazenar o valor de &#8216;b&#8217;; 2) logo &#8216;b&#8217; recebe &#8216;a&#8217;; e por fim 3) &#8216;a&#8217; recebe o valor da variável temporária. Eu<br />
ainda poderia simplificar mais atribuindo os falores iniciais das variáveis em uma só linha assim:</p>
<p>a,b = 1,2</p>
<p>Reparem também que não existe o ponto_e_vírgula no final das linhas, será porque hein? Atire uma pedra em mim quem nunca passou por esse problema.</p>
<p>Quando se trata somente do básico dizemos do arroz com feijão então que tal uma salada? Pois é vamos falar de Blocks, Blocks são<br />
inspirando em linguagens funcionais como Lisp, então voltamos ao exemplos [7]:</p>
<p>(1..4).collect {|i| i*i }   #=&gt; [1, 4, 9, 16]<br />
(1..4).collect { &#8220;cat&#8221;  }   #=&gt; ["cat", "cat", "cat", "cat"]</p>
<p>Reparem no resultado após o sinal #=&gt; no primeiro código o que está entre parênteses é laço que vai do 1 até o 4, agora pulamos para o que<br />
está entre chaves, o que está entre as barras de pé (pipe line) é a variável que receberá o valor cada vez que ele executar, logo depois<br />
dizemos para i multiplicar i e ele me retorna um vetor do resultado de 1*1, 2*2, 3*3 e 4*4, para mim é fazer muito e falar pouco!</p>
<p>Antes que me ataquem Ruby implementa herança múltipla através de mixin [8], e as coisas não param por aí ainda temos:</p>
<p>* Capacidade de tratamento de excepções, tal como o Java ou Python, para facilitar o tratamento de erros.<br />
* Garbage Collector para todos os objectos Ruby.<br />
* Escrever extensões C em Ruby é mais fácil do que em Perl ou Python, com uma API refinada para chamar Ruby desde o código C.<br />
* O Ruby pode carregar bibliotecas de extensão (extension libraries) dinamicamente se o Sistema Operacional permitir.<br />
* O Ruby tem um sistema de threading independente do Sistema Operacional. Portanto, para todas as plataformas nas quais o Ruby roda, temos multithreading, independentemente do Sistema Operacional suportar ou não, até em MS-DOS temos multithreading!<br />
* O Ruby é altamente portável: é desenvolvido principalmente em ambiente GNU/Linux, mas trabalha em muitos tipos de ambientes UNIX, Mac OS X, Windows 95/98/Me/NT/2000/XP, DOS, BeOS, OS/2, etc.</p>
<p>Empolguei e acabei falando muito sobre Ruby, vou deixar o próximo para falar de Rails, espero que tenham gostado.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>[0] <a href="http://groups.google.com.br/group/godev/browse_thread/thread/f58fe51f41e22035" target="_blank">http://groups.google.com.br/group/godev/browse_thread/thread/f58fe51f41e22035</a><br />
[1] <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yukihiro_Matsumoto" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Yukihiro_Matsumoto</a><br />
[2] <a href="http://blade.nagaokaut.ac.jp/cgi-bin/scat.rb/ruby/ruby-talk/2773" target="_blank">http://blade.nagaokaut.ac.jp/cgi-bin/scat.rb/ruby/ruby-talk/2773</a><br />
[3] <a href="http://www.tiobe.com/index.php/content/paperinfo/tpci/index.html" target="_blank">http://www.tiobe.com/index.php/content/paperinfo/tpci/index.html</a><br />
[4] <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_a_objetos" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_a_objetos</a><br />
[5] <a href="http://linuxdevcenter.com/pub/a/linux/2001/11/29/ruby.html" target="_blank">http://linuxdevcenter.com/pub/a/linux/2001/11/29/ruby.html</a><br />
[6] <a href="http://www.smalltalk.org/versions/GNUSmalltalk.html" target="_blank">http://www.smalltalk.org/versions/GNUSmalltalk.html</a><br />
[7] <a href="http://ruby-doc.org/core/classes/Enumerable.html#M003128" target="_blank">http://ruby-doc.org/core/classes/Enumerable.html#M003128</a><br />
[8] <a href="http://ruby-doc.org/docs/ProgrammingRuby/html/tut_modules.html" target="_blank">http://ruby-doc.org/docs/ProgrammingRuby/html/tut_modules.html</a><br />
[9] <a href="http://www.ruby-lang.org/en/about/" target="_blank">http://www.ruby-lang.org/en/about/</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://faraohh.wordpress.com/category/ruby/'>Ruby</a> Tagged: <a href='http://faraohh.wordpress.com/tag/ruby/'>Ruby</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=121&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Introdução ao git</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/03/26/introducao-ao-git/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2010/03/26/introducao-ao-git/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 12:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Versionamento de código fonte]]></category>
		<category><![CDATA[git]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui convidado não lembro onde, nem quando :-) para discorrer sobre versionamento de código fonte, especialmente do git, procurando, acabei encontrando um ótimo material, muito completo e bem feito de um desenvolvedor linux seu nome é Bart Trojanowski [0], ele muito simpático me permitiu usá-lo. Como um bom nerd não me contive em alterar, traduzir [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=110&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui convidado não lembro onde, nem quando :-) para discorrer sobre versionamento de código fonte, especialmente do git, procurando, acabei encontrando um ótimo material, muito completo e bem feito de um desenvolvedor linux seu nome é Bart Trojanowski [0], ele muito simpático me permitiu usá-lo. Como um bom nerd não me contive em alterar, traduzir e adaptar o material ao um contexto mais agradável segundo minha opinião, então estou disponibilizando em [1] já que muito me pediram e nunca encontrava tempo para postar.</p>
<p>[0] <a href="http://www.jukie.net/~bart/blog/">﻿http://www.jukie.net/~bart/blog/</a></p>
<p>[1]﻿ <a href="http://git.cercomp.ufg.br/?p=intro-to-git_marcello.git;a=summary">http://git.cercomp.ufg.br/?p=intro-to-git_marcello.git;a=summary</a></p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/3562053' width='700' height='574'></iframe>
<br />Filed under: <a href='http://faraohh.wordpress.com/category/versionamento-de-codigo-fonte/'>Versionamento de código fonte</a> Tagged: <a href='http://faraohh.wordpress.com/tag/git/'>git</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/110/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=110&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Erro no Rails com postgresql GROUP BY</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/02/25/erro-no-rails-com-postgresql-group-by/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2010/02/25/erro-no-rails-com-postgresql-group-by/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 20:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[rails]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de sofrer bastante tentando entender porque o postgresql não aceitava uma sql que o mysql aceita coisa do tipo: ﻿SELECT * FROM roles GROUP BY name,id ORDER BY id DESC A estrutura da minha tabela é: id, name, created_at, updated_at Então a mesma sql no postgresql retornava: ERRO:  coluna &#8220;roles.created_at&#8221; deve aparecer na cláusula GROUP [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=103&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de sofrer bastante tentando entender porque o postgresql não aceitava uma sql que o mysql aceita coisa do tipo:</p>
<blockquote><p>﻿SELECT * FROM roles GROUP BY name,id ORDER BY id DESC</p></blockquote>
<p>A estrutura da minha tabela é:</p>
<blockquote><p>id, name, created_at, updated_at</p></blockquote>
<p>Então a mesma sql no postgresql retornava:</p>
<blockquote><p>ERRO:  coluna &#8220;roles.created_at&#8221; deve aparecer na cláusula GROUP BY ou ser utilizada em uma função de agregação</p></blockquote>
<p>O grande problema é que no postgresql as colunas selecionadas devem aparecer na cláusula GROUB BY ou deve ser usada uma função de agregação.</p>
<p>Quem quiser saber mais achei tudo muito bem explicado no Blog do <a href="http://awesomeful.net/posts/72-postgresql-s-group-by" target="_blank">Harold Giménez</a>.</p>
<br />Filed under: <a href='http://faraohh.wordpress.com/category/rails/'>rails</a> Tagged: <a href='http://faraohh.wordpress.com/tag/rails/'>rails</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/103/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=103&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Números primos</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/28/numeros-primos/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/28/numeros-primos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 19:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[números primos]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Começamos com uma versão básica de um programa em C que computa a quantidade de números primos entre 2 e um dado N. Logo criamos uma tabela para analisar o desempenho desse algoritmos e implementamos algumas melhorias gradativas. Implementação em C Os algoritmos criados foram: versão básica:  primo-v1.c versão Prof. Hugo: primo-hugo-m1.c, primo-hugo-m2.c, primo-hugo-m3.c, primo-hugo-m4.c, primo-hugo-m5.c versão Marcello: primo-marcello-m1.c, primo-marcello-m2.c O algoritmo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=94&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Começamos com uma versão básica de um programa em C que computa a quantidade de números primos entre 2 e um dado N. Logo criamos uma tabela para analisar o desempenho desse algoritmos e implementamos algumas melhorias gradativas.</p>
<h2>Implementação em C</h2>
<p>Os algoritmos criados foram:</p>
<p>versão básica:  <a title="Primo versão básica" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/193/=primo-v1.c">primo-v1.c</a></p>
<p>versão <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=B975314">Prof. Hugo</a>: <a title="/@api/deki/files/194/=primo-hugo-m1.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/194/=primo-hugo-m1.c">primo-hugo-m1.c</a>, <a title="/@api/deki/files/195/=primo-hugo-m2.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/195/=primo-hugo-m2.c">primo-hugo-m2.c</a>, <a title="/@api/deki/files/196/=primo-hugo-m3.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/196/=primo-hugo-m3.c">primo-hugo-m3.c</a>, <a title="/@api/deki/files/197/=primo-hugo-m4.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/197/=primo-hugo-m4.c">primo-hugo-m4.c</a>, <a title="/@api/deki/files/200/=primo-hugo-m5.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/200/=primo-hugo-m5.c">primo-hugo-m5.c</a></p>
<p>versão <a href="http://lattes.cnpq.br/9969887661346992">Marcello</a>: <a title="/@api/deki/files/198/=primo-marcello-m1.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/198/=primo-marcello-m1.c">primo-marcello-m1.c</a>, <a title="/@api/deki/files/199/=primo-marcello-m2.c" href="http://wiki.cercomp.ufg.br/@api/deki/files/199/=primo-marcello-m2.c">primo-marcello-m2.c</a></p>
<p>O algoritmo primo-hugo-m5.c foi implementado com Threads fazendo uso de 1 ou mais núcleos de processamento, podendo reduzir o tempo para se computar a quantidade de primos.</p>
<h2>A Tabela de comparações</h2>
<p>As comparações foram feitas usando o comando time em uma estação GNU/Linux/Debian com processador Intel Core 2 Duo com 2 GB RAM.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<thead>
<tr>
<th scope="row">Algoritmo</th>
<th scope="col">10<sup>2</sup> (25)</th>
<th scope="col">10<sup>3</sup> (168)</th>
<th scope="col">10<sup>4</sup> (1229)</th>
<th scope="col">10<sup>5</sup> (9592)</th>
<th scope="col">10<sup>6</sup> (78498)</th>
<th scope="col">10<sup>7</sup> (664579)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<th scope="row">primo-v1.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.002s</td>
<td>0m0.035s</td>
<td>0m3.223s</td>
<td>3m42.381s</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">primo-hugo-m1.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.002s</td>
<td>0m0.035s</td>
<td>0m3.265s</td>
<td>3m41.540s</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">primo-hugo-m2.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.019s</td>
<td>0m1.737s</td>
<td>2m0.725s</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">primo-hugo-m3.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.010s</td>
<td>0m0.875s</td>
<td>1m0.960s</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">primo-hugo-m4.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.002s</td>
<td>0m0.020s</td>
<td>0m0.404s</td>
<td>0m8.949s</td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">primo-marcello-m1.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.003s</td>
<td>0m0.035s</td>
<td>0m0.784s</td>
<td>0m17.592s</td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">primo-marcello-m2.c</th>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.001s</td>
<td>0m0.002s</td>
<td>0m0.021s</td>
<td>0m0.410s</td>
<td>0m8.989s</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Licença de Uso</h2>
<p>Os códigos está sob GPL e artigo está sob licença CC, conforme informações abaixo.</p>
<p><a title="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/">Artigo sob a Licença Creative Commons</a> [ http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ ]</p>
<br />Filed under: <a href='http://faraohh.wordpress.com/category/geral/'>geral</a> Tagged: <a href='http://faraohh.wordpress.com/tag/numeros-primos/'>números primos</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=94&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Iniciando livro Aprendendo Ruby</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/20/iniciando-livro-aprendendo-ruby/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/20/iniciando-livro-aprendendo-ruby/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 13:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós da equipe web estamos iniciando um livro sobre ruby, que intitulamos &#8220;Aprendendo Ruby&#8221;, o código fonte feito em latex pode ser baixado via svn assim: $ svn co https://svn.cercomp.ufg.br/pub/aprendendo-ruby/ E compilado simplesmente com: $ make É necessário pdflatex para compilar o código fonte e gerar o pdf, em sistemas GNU/Linux/Debian basta instalar o pacote [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=88&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós da <a href="http://www.cercomp.ufg.br" target="_blank">equipe web</a> estamos iniciando um livro sobre ruby, que intitulamos &#8220;Aprendendo Ruby&#8221;, o código fonte feito em latex pode ser baixado via svn assim:</p>
<blockquote><p>$ svn co https://svn.cercomp.ufg.br/pub/aprendendo-ruby/</p></blockquote>
<p>E compilado simplesmente com:</p>
<blockquote><p>$ make</p></blockquote>
<p>É necessário pdflatex para compilar o código fonte e gerar o pdf, em sistemas GNU/Linux/Debian basta instalar o pacote texlive-latex-base assim:</p>
<blockquote><p># aptitude install texlive-latex-base texlive-generic-recommended texlive-fonts-recommended</p></blockquote>
<p>Quem quiser contribuir entre em contato.</p>
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		<title>GPDD &#8211; Guia Prático de Desenvolvimento de Doutrinadores</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/20/gpdd-guia-pratico-de-desenvolvimento-de-doutrinadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 13:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[vale do amanhecer]]></category>

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		<description><![CDATA[A algum tempo atrás, três jaguares decidiram criar um guia de aprendizado para melhorar a compreensão sobre práticas exercidas no vale do amanhecer, o vale é uma doutrina espiritista criada por uma clarividente em 1959, hoje tem sede na zona rural de Planaltina no Distrito Federal, pode ser visualizado pelo google maps aqui. Esse guia surgiu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=83&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A algum tempo atrás, três jaguares decidiram criar um guia de aprendizado para melhorar a compreensão sobre práticas exercidas no <a href="http://www.valedoamanhecer.com" target="_blank">vale do amanhecer</a>, o vale é uma doutrina espiritista criada por uma clarividente em 1959, hoje tem sede na zona rural de Planaltina no Distrito Federal, pode ser visualizado pelo google maps <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;q=Vale+do+Amanhecer+-+Planaltina,+Bras%C3%ADlia+-+DF,+Brasil&amp;vps=4&amp;jsv=200b&amp;sll=-15.62451,-47.671001&amp;sspn=0.445697,0.584335&amp;g=planaltina,+DF&amp;ie=UTF8&amp;geocode=FabJEP8dPt8o_Q&amp;split=0" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Esse guia surgiu de uma coletânea de informações, algumas publicadas outras da experiências próprias ou vivenciadas por mestres veteranos, toda informação aqui aplicada é para uso pessoal e não nos responsabilizamos pelo seu mau uso.</p>
<p>Estou disponibilizando o código fonte em latex sob a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_General_Public_License" target="_blank">GPL</a> e o GPDD sob <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/" target="_blank">Creative Commons</a>.</p>
<p><a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/01/gpdd.pdf" target="_blank">Baixar o GPDD &#8211; Guia Prático de Desenvolvimento de Doutrinadores</a> em pdf.</p>
<p><a href="http://git.cercomp.ufg.br/?p=vale-GPDD.git;a=summary" target="_blank">Baixar o código fonte</a> em latex.</p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/3562488' width='700' height='574'></iframe>
<br />Publicado emvale do amanhecer Tagged: vale do amanhecer <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/83/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=83&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Interação entre o homem e o computador em interfaces para internet</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/04/interacao-entre-o-homem-e-o-computador-em-interfaces-para-internet/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/04/interacao-entre-o-homem-e-o-computador-em-interfaces-para-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 16:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[congnição]]></category>
		<category><![CDATA[ergonometria]]></category>
		<category><![CDATA[Interface homem-máquina]]></category>
		<category><![CDATA[modelo mental]]></category>
		<category><![CDATA[neurolinguística]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://faraohh.wordpress.com/?p=74</guid>
		<description><![CDATA[Um sistema computacional depende de um conjunto de fatores que são: utilidade, relação custo/benefício, compatibilidade, confiabilidade, usabilidade e eficiência. Fatores indiscutivelmente necessários para um mínimo de aceitação por parte dos usuários.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=74&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>1. Introdução</h2>
<p>Na opinião de MANDEL [1] “Estamos cercados por grande número de itens manufaturados, a maioria deles com objetivo de tornar nossa vidas mais fáceis e agradáveis. Mas, se estes equipamentos são tão maravilhos, por que necessitamos de pessoas especialmente dedicadas à tarefa de fazê-los funcionar? Por que necessitamos de manuais ou treinamentos especiais para conseguirmos usá-los? Por que tantas características destes equipamentos permanecem sem uso pela maioria das pessoas? Por que muitos destes equipamentos contribuem mais para o aumento do stress do que para reduzi-lo?”.</p>
<p lang="pt-BR">Nos estudos de Donal Norman [2], “para contruir tecnologia que atenda aos seres humanos é necessário estudar os seres humanos. Contudo, hoje tendemos a estudar somente a tecnologia. Como resultado, as pessoas necessitam constantemente adaptar-se a tecnologia. Está na hora de reverter esta limitação, é tempo de a tecnologia se ajustar às pessoas”.</p>
<p lang="pt-BR">Através desse artigo iremos mostrar os pontos de vista de grandes mentes que pensaram e ainda estão pensando no modo de fazer o computador adaptar-se ao usuário e não vice-versa.</p>
<p lang="pt-BR">Essa relação entre homem e computador será abordada nos capítulos subsequentes.</p>
<h2>2. Elementos Comportamentais Básicos.</h2>
<h3>2.1 Postura ou Movimento Corporal.</h3>
<p lang="pt-BR">A postura e os comportamentos não verbais indicam como a informação é colocada a disposição da mente conciente, permitindo-nos descobrir o sistema preferencial utilizado pela pessoa.</p>
<ul>
<li>Visual: corpo 	inclinado para trás, ombros altos, respiração peitoral curta e 	quase imperceptível, pisca os olhos e costuma olhar po cima das 	pessoas, aponta o dedo indicador para as pessoas ou coisas quando 	discute, gesticula a altura da cabeça;</li>
<li>Auditivo 	tonal: costuma inclinar a cabeça levemente para um lado quando presta 	atenção (postura em telefone), braço cruzado, numa conversação 	costumam baixar o olhar e ocupar-se de alguma tarefa manual, seus 	gestos não possuem um padrão definido;</li>
<li>Auditivo 	digital: corpo 	mais rígido, braços cruzados, lábios apertados, movimentos curtos 	e contidos;</li>
<li>Cinestésico: cabeça 	e ombros para baixo, respiração baixa e profunda e geralmente mais 	localizada na área do estômago, gesticula com as mãos com as 	palmas para cima, toca a área do peito e do estômago, costuma 	mover-se muito e sussurrar.</li>
</ul>
<h3>2.2 Movimentos Oculares</h3>
<p>Eles são indicadores não do conteúdo dos nossos pensamentos, mas do como pensamos. [3]</p>
<p lang="pt-BR">É importante salientar que este modelo é válido especificamente para pessoas destras, já para pessoas sinistras (canhotas) os padrões são invertidos.</p>
<ul>
<li>Visual: tende a dirigir os olhos para o alto em busca de imagens mentais;</li>
<li>Auditivo 	tona e digital: costumam olhar para os lados enquanto conversam a procura de 	lembraças auditivas;</li>
<li>Cinestésico: olha para baixo e à esquerda a procura de sensações que ficaram 	gravadas em seu corpo.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">
<div id="attachment_76" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/01/art0999.gif"><img class="size-full wp-image-76" title="art0999" src="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/01/art0999.gif?w=244&#038;h=287" alt="Movimentos oculares" width="244" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Movimentos oculares</p></div>
<p lang="pt-BR">Figura 2.2.1 – Movimentos oculares.[3]</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR">
<h3>2.3. Conduta e Tipo Físico</h3>
<p lang="pt-BR">As maioria das pessoas se enquadram nos processos descritos anteriormente e nessa base tecemos algumas característica:</p>
<ul>
<li>Visual: costuma ser um sujeito magro, lábios finos e apertados, fala rápida 	com tom de voz alto e estridente, valoriza a limpesa e a 	organização, observador, cuida do seu aspecto, boa ortografia, 	memoriza imagens, ruídos não distraem, dificuldade de recordar o 	falado, recorda o que vê, na ortografia vê e soletra, leitura 	veloz e na escrita olha, aprende vendo;</li>
<li>Auditivo: objetivo e prático, fala consigo mesmo, pode imitar vozes, gosta de 	música, dificuldade na matemática e ortografia, pode repetir o 	escutado, aprende ouvindo, recorda o que escuta, na ortografia 	soletra subvocalizando, na escrita fala enquanto escreve, leitura 	rítmica;</li>
<li>Auditivo 	tonal: muda o tom de voz com extrema facilidade, voz melódica, seu corpo 	não possui características tão definidas como no cinestésico e 	visual, possuindo ainda todas as características do auditivos 	citadas anteriormente;</li>
<li>Auditivo 	digital: costumam ser pessoas do tipo “computador”, pois dissociam as 	experiências emocionais com facilidade, também possuindo todas as 	características citadados no item auditivo;</li>
<li>Cinestésico: corpo mole, valoriza o bem estar e as relações afetivas, fala 	lento e arrastado com pausas frequentes geralmente tocando as 	pessoas, tom grave, responde a estímulos físicos, expressa muito 	com o corpo, sente e mostra o que sente, bom em laboratórios, 	memoriza caminhando, prefere dramatizar e atuar, aprende fazendo ao 	se tocar acaricia o corpo, testa com sentimentos, soletra com 	movimentos, sucinto, pressão irregular.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">
<h2>3. Percepção Humana e Atenção</h2>
<p lang="pt-BR">Enquanto computadores não puderem ser comandados e não puderem nos prestar as informações de viva voz, os usuários terão que se contentar com a apresentação visual das informações.</p>
<p lang="pt-BR">Com relação a este fato é importante notar o seguinte: O sistema visual humano requer um certo tempo para reagir a um estímulo e para mover os olhos para o local no qual a mensagem está sendo exibida. Em seguida necessita de algum tempo maior ou menor, dependendo do usuário, para ler a mensagem na tela, e pode acontecer que, para compreendê-la o usuário necessite lê-la mais de uma vez.</p>
<p lang="pt-BR">Estas capacidades variadas, bem como, as lmitações psicológicas dos usuários devem ser conhecidas quando se determina o tempo de permanência de uma mensagem na tela.</p>
<p lang="pt-BR">A percepção não é simplesmente o ato de ver. É a combinação das informações disponíveis através dos sentidos, como os conhecimentos armazenados na memória.</p>
<p lang="pt-BR">O sistema de percepção humano associa significado às informações recebidas, independente de este significado ser intencional e preciso. Existem tantas informações ao nosso redor que nossos sentidos constantemente processam informações, mesmo que não estejamos atentos a este processo. O sistema sensorial das pessoas monitora constantemente o ambiente ao seu redor. Por isso, qualquer som ou apito que o usuário escuta, vindo do computador, pode distraí-lo daquilo que pretendia fazer, mesmo que o objetivo deste ruído não seja chamar a atenção do usuário.</p>
<p lang="pt-BR">
<h2>4. Layout. [7]</h2>
<p>O layout é a forma pela qual os itens de informação estão diagramados em uma composição. No projeto de páginas na Web, devem ser definidos layouts consistentes para todas as páginas do site. Em geral, eles devem definir zonas funcionais claramente; devem ser equilibrados no aproveitamento das áreas livres das telas e não devem apresentar problemas de alinhamento de objetos.</p>
<p>O layout tem um papel importante em uma página na Web, pois ele influencia a maneira como o usuário sente e entende uma informação. 	A informação visual comunica de modo não verbal e pode incluir sinais emocionais que motivem, dirijam, ou distraiam.</p>
<p>O modo como a informação é organizada em uma página pode fazer a diferença entre ela comunicar uma mensagem ou deixar o usuário perplexo e/ou sobrecarregado. Até mesmo a funcionalidade da página pode ser afetada se ela não tiver uma apresentação bem projetada. Um bom layout depende do contexto no qual ele está inserido e cumpre uma proposta maior que simplesmente a estética, pois todos os elementos visuais influenciam uns aos outros.</p>
<p>A utilização de uma estrutura organizacional proporciona muitos benefícios para uma página na Web:</p>
<ul>
<li>Unidade 	- A estrutura visual mantém junto até mesmo os elementos de 	projeto mais discrepantes, e os permite trabalhar em harmonia rumo a 	um objetivo de comunicação comum.</li>
<li>Integridade 	- Uma estrutura coerente e forte mantém o projeto da página focado 	nos objetivos da comunicação, pois cria uma forma emergente que 	contribui para o significado do conjunto.</li>
<li>Leiturabilidade 	- A estrutura aumenta a leiturabilidade pelo fato de dividir o 	conteúdo de todo o monitor em subconjuntos controláveis que podem 	ser processados, separadamente ou em paralelo, de acordo com o 	desejo do projetista (designer).</li>
<li>Controle 	- A estrutura permite ao usuário prever áreas de interesse e 	facilita a navegação através da composição. O controle da 	estrutura permite ao projetista influenciar este processo de 	exploração e assegura que a informação seja efetivamente 	comunicada.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">
<h2>5. Uso das cores</h2>
<h3>5.1 Objetivos do uso da cor [7]</h3>
<p lang="pt-BR">O principal objetivo em apresentar a informação em cores nas telas de monitores é aumentar a habilidade do usuário em perceber e processar a informação. O objetivo é alcançado na medida em que as cores possam ser facilmente detectadas, identificadas e discriminadas, e se a atribuição do significado da cor é apropriada à tarefa (ISO 9241-8)[4].</p>
<p lang="pt-BR">A cor pode aumentar o processamento visual e cognitivo da informação. Por exemplo, a cor pode ajudar a localizar, classificar e associar imagens mostrando o relacionamento entre as informações (ISO 9241-8)[4].</p>
<p lang="pt-BR">A aplicação da cor para mostrar as imagens e fundos deve facilitar a correta percepção, reconhecimento e interpretação das imagens e da informação. A atribuição da cor deve ser consistente com as recomendações ou padrões da ergonomia e com as convenções aceitas (ISO 9241-8)[4] .</p>
<p>Os projetistas de páginas na Web devem usar a cor para aumentar a compreensão das informações apresentadas, mas devem ter cuidado para não utilizarem a cor como única forma de expressão.</p>
<p>O código de cores deve satisfazer o propósito de cada site. Estas não devem estar associadas a mais do que um significado e devem respeitar os seguintes estereótipos naturais no ocidente:</p>
<ul>
<li>vermelho: 	perigo, atenção, calor e comandos de interrupção;</li>
<li>amarelo: 	cuidado, teste e lentidão;</li>
<li>verde: 	passagem livre, normalidade e segurança;</li>
<li>laranja: 	valor limite e radiação;</li>
<li>azul: 	frio, água, céu e calma;</li>
<li>cinzas, 	branco e azul: inatividade, neutralidade;</li>
<li>cores 	quentes: ação, resposta requerida e proximidade;</li>
<li>cores 	frias: distância e informação de fundo.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">Os códigos de cores com significado estranho aos estereótipos ocidentais devem ser evitados e, caso sejam realmente necessários, devem ser claramente indicados por meio de uma legenda (Cybis, 1997)[5].</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR">
<h3>5.2. Cuidados com o uso das cores [7]</h3>
<p lang="pt-BR">Segundo Marcus (1992), a cor pode oferecer muitas vantagens, mas ao mesmo tempo o uso da cor pode acarretar em algumas desvantagens.</p>
<p lang="pt-BR">Vantagens:</p>
<ul>
<li>chamar 	atenção para informações e dados específicos;</li>
<li>identificar 	elementos de estruturas e processos;</li>
<li>mostrar 	realisticamente objetos naturais;</li>
<li>representar 	a estrutura lógica de idéias;</li>
<li>aumentar 	o apelo, credibilidade, memorabilidade e compreensibidade;</li>
<li>reduzir 	erros de leitura e interpretação;</li>
<li>aumentar 	o número de dimensões para codificar dados;</li>
<li>mostrar 	qualidades e quantidades em um espaço limitado.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">Desvantagens:</p>
<ul>
<li>requer 	equipamentos de vídeo mais caros e complicados;</li>
<li>pode 	não levar em conta a visão deficiente para cor entre alguns 	usuários (8% da população masculina);</li>
<li>podem 	causar fadiga visual e imagens posteriores induzida por cores 	fortes;</li>
<li>pode 	contribuir para confusão visual dada a complexidade e a 	potencialidade do fenômeno da cor;</li>
<li>pode 	ter associações culturais e históricas negativas.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">Por outro lado, e embora as cores possam ser usadas com fins estéticos, a seleção das cores para este fim não deve impedir o desempenho visual e o processamento da informação.</p>
<p lang="pt-BR">No que diz respeito ao código de cores, é melhor ser conservador. Apesar da regra de usar &#8220;sete mais ou menos duas cores&#8221;, Marcus (1992) [6] recomenda usar o máximo de &#8220;cinco mais ou menos duas cores&#8221;, ou seja, de três a sete cores distintas.</p>
<p lang="pt-BR">Outro cuidado que deve ser observado é que o computador não consegue produzir todas as cores que o sistema visual humano pode perceber. O triângulo superposto no diagrama cromático.</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR">
<div id="attachment_75" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/01/img00010.gif"><img class="size-medium wp-image-75" title="img00010" src="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/01/img00010.gif?w=300&#038;h=267" alt="" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do triângulo superposto no diagrama cromático</p></div>
<p lang="pt-BR">Figura 5.2.1 – Imagem do triângulo superposto no diagrama cromático.[7]</p>
<p lang="pt-BR">A figura acima mostra o número limitado de cromaticidades geradas por um CRT (tubo de raios catódicos) comparado com a cromaticidade visível percebida.</p>
<p lang="pt-BR">
<h2>6. Uso das Fontes</h2>
<p lang="pt-BR">Assim como outros elementos visuais, as fontes organizam a informação, aumentam a capacidade de transmissão de informação das formas textuais e criam uma disposição particular que facilita a interpretação da informação por parte do usuário. [7]</p>
<p lang="pt-BR">Recomentações para a escolha das fontes:</p>
<ul>
<li>Evitar o uso de fontes 	decorativas;</li>
<li>Utilize fontes com serifa, pois 	estudos mostram que elas proporcionam um pequeno aumento de 	legibilidade e maior velocidade de leitura;</li>
<li>Limite o número de fontes e de 	estilos;</li>
<li>Use o máximo de 2 fontes (por 	exemplo, Arial e Times New Roman), 2 inclinações (romano e 	itálico), 2 pesos (regular e negrito);</li>
<li>Não utilize fontes cujo tamanho 	seja inferior a 12 pontos;</li>
<li>Evite o uso de caracteres 	brilhando e piscando, pois eles distraem o usuário;</li>
<li>Evite usar fontes de difentes 	famílias (por exemplo, Times New Roman e Arial) que tenham o mesmo 	estilo (com ou sem serifa).</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">
<h2>7. Uso dos Icones</h2>
<p>A palavra icones vem do grego ikone que significa imagem[8]. Esses elementos pictográficos e ideográficos, tem por finalidade representar com clareza e eficiência o significado dos objetos ou tarefas a eles associados, funcionando portanto, como um sistema de signos.</p>
<ul>
<li>Não use mais do que 12 ícones 	diferentes. A diversidade de ícones tende a confundir o usuário;</li>
<li>Rotule os ícones se necessário. 	O uso de ícones conjuntamente com texto é recomendado quando 	integramos ícones desconhecidos do usuário ou então a sua 	representação gráfica não é significativa;</li>
<li>Os ícones devem ser 	representativos não apresentando ambiguidades. Um ícone cuja 	concepção gráfica seja ambígua pode confundir o usuário na 	realização de suas tarefas;</li>
<li>O ícone deve ter uma aparência 	simplificada. Um ícone composto por muitas partes além de 	confuncir o usuário aumenta o tempo de processamento para a amente 	humana;</li>
<li>Evite criar ícones muito 	coloridos. A quantidade de cores necessárias nào deve ultrapassar 	a cinco, incluindo o preto, o branco e/ou cinza. Usar cores distrai 	a atenção do usuário;</li>
<li>Recomenda-se o uso de metáforas 	do mundo real. O uso de metáforas facilita o reconhecimento e 	identificação do ícone por parte do usuário, levando a uma 	memorização de longo termo;</li>
<li>Use um padrão para todos os 	ícones. Mantenha uma aparência visual consistente, utilizando o 	mesmo tamanho, estilo, contorno e fonte de luz;</li>
<li>Considere as diferenças 	culturas. O que pode ter um significado em um país ou cultura pode 	ter significados diferentes em outro. Desta forma é conveniente 	usar letras ou palavras;</li>
<li>Para usuários inexperientes, 	usar uma representação alternativa ou complementar ao ícone. O 	uso de ícones parece ser mais eficazes para usuários mais 	experientes.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">
<h2>8. Conclusão</h2>
<p lang="pt-BR">Concluímos que os seres humanos possuem diferentes formas de interação, de cultura, de hábitos, de gostos, de vontades e etc. Isso não é novidade para ninguém, na realidade há um descasso ou desinformação por parte dos projetistas de interfaces.</p>
<p lang="pt-BR">Com um pouco de estudo sempre focando o usuário, que afinal é a razão da existência dos utilitário computacionais. Poderia-se mudar essa realidade atual, a maioria dos problemas seriam resolvidos usando o bom senso de modo a respeitar os limites que vai do normal ou natural ao avançado ou experiente.</p>
<p lang="pt-BR">Os dispositivos físicos de um computador continuam praticamente os mesmos considerando que não houve nenhuma mudança estrutural na arquitetura moderna, o que realmente vem mudando é interação entre as interfaces e aplicativos para com o usuário (seres humanos).</p>
<p lang="pt-BR">A cada dia novos conceito e novas experiências são criadas e evoluídas e o que a maioria precisa é ainda ter um computador que o entenda e não um aparato de equipamentos com pilhas de manuais indescritíveis.</p>
<p lang="pt-BR">
<h2>9. Agradecimentos</h2>
<p lang="pt-BR">A todos os estudiosos que tornou possível a criação deste artigo.</p>
<p lang="pt-BR">
<h2>10. Referências Bibliográficas</h2>
<p lang="en-US">[1] MANDEL, T. Elements of User Interface Design. Jonh Wiley &amp; Sons, 1997.</p>
<p lang="en-US">[2] NORMAN, D. A. &amp; LINDSAY, O. H. Human Information Processing – An Introduction to Psychology. Hascourt Brace Jovanovich Piblishers. 1990.</p>
<p lang="en-US">[3] GOLFINHO. Os Movimentos dos Olhos. 1999. Disponível na internet em &lt;<a href="http://www.golfinho.com.br/artigos/artigodomes0999.htm">http://www.golfinho.com.br/artigos/artigodomes0999.htm</a>&gt;. Acesso em: 22 nov. 2006.</p>
<p lang="en-US">[4] INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, Projeto de norma internacional, Visual display requirements &#8211; ISO 9241 parte 3, 1.ed., Genebra, Suíça,1992.</p>
<p>INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, Projeto de norma internacional, Requirements for displayed colours &#8211; ISO 9241 parte 8, final draft, Genebra, Suíça,1997.</p>
<p>INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, Projeto de norma internacional, Presentation of information &#8211; ISO 9241 parte 12, final draft, Genebra, Suíça,1995.</p>
<p lang="en-US"><a name="__firefox-findbar-search-id"></a> [5] CYBIS, Walter de Abreu. A Identificação dos objetos de interfaces homem-computador e seus atributos ergonômicos, Florianópolis, 1994, Tese de Doutorado, Engenharia de Produção &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
<p><a name="__firefox-findbar-search-id1"></a> CYBIS, Walter de Abreu. Ergonomia de interfaces homem-computador, Florianópolis, 1997, Apostila para o curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
<p><a name="__firefox-findbar-search-id2"></a> CYBIS, Walter de Abreu; PARIZOTTO, Rosamelia. Guia de estilos para serviços de informação em ciência e tecnologia via Web, Florianópolis, 1997, anais do 8<sup>o</sup> Congresso Brasileiro de Ergonomia.</p>
<p lang="en-US">[6] MARCUS, Aaron. Graphic design for electronic documents and user interfaces, New York, ACM Press, 1992, ISBN 0-201-54364-8.</p>
<p lang="en-US">[7] PARIZOTTO, Rosamelia. Elaboração de um Guia de Estilos para Serviços de Informação em Ciência e Tecnologia via Web. Dissertação (Mestrado) – UFSC, Florianópolis 1997. Disponível na internet em: &lt;<a href="http://www.eps.ufsc.br/disserta98/rosam/">http://www.eps.ufsc.br/disserta98/rosam/</a>&gt;. Acesso em 23 nov. 2006.</p>
<p lang="en-US">[8] SILVA, Carlos Alberto Pereira da. Qualidade da comunicação iconográfica no ambiente informatizado de trabalho. Tese de Doutorado, UFSC, Florianópolis, 1996.</p>
<p lang="en-US">ORTH, INÁCIO AFONSO. Interface homem-máquina, Editora AIO, Porto Alegre/RS, 2005.</p>
<p lang="en-US">
<p lang="en-US">
<h2>Outras Informações</h2>
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	</item>
		<item>
		<title>Engenharia Social</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2010/01/04/engenharia-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 15:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[enganação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia socia]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Engenharia Social consiste numa série de técnicas utilizadas por pessoas a fim de obter acesso e informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=66&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>1. Introdução</h2>
<p>Esse artigo busca mostrar ao leitor os problemas e as soluções para os possíveis ataques de engenharia social, levando à reflexões sobre a real ameaça que esse tipo de invão pode causar.</p>
<p lang="pt-BR">Por mais extraordinário que possa parecer, o método mais simples, mais usado e, infelizmente, mais eficiente de se descobrir uma senha é perguntando. Basta alguém de boa lábia perguntar a um colaborador despreparado que a possibilidade de se obter com sucesso é quase certa, com essa destreza e enganando, é possível ter acesso a sistemas, controlar, escalar privilégios e causar muitos problemas.</p>
<p lang="pt-BR">Nos próximos capítulos você irá enteder como toda essa engenharia funciona, suas técnicas e porque ela é tão usada, é um tema indiscutivelmente apropriado para analistas de segurança, curiosos e usuários como forma de prevenção e esclarecimento.</p>
<h2>2. A Engenharia Social.</h2>
<h3>2.1 O Conceito.</h3>
<p lang="pt-BR">O conceito de engenharia social traduz a ação de uma pessoa mal intencionada se passar por uma ou mais pessoas, enganando os colaboradores de uma organização. Para poder fazer um &#8220;teatro&#8221; convincente, esta pessoa utiliza informações (nomes de usuários, administrador,</p>
<p lang="pt-BR">etc.) coletadas previamente. Com isto consegue obter informações privilegiadas (ex: senhas), ou induzir pessoas a executar ações que enfraqueçam a segurança, executando programas maliciosos, que finge realizar uma certa tarefa, e secretamente realiza uma outra tarefa, espondo seus sistema à usuários sem permissão.</p>
<h3>2.2 Entendendo a Engenharia Social</h3>
<p>Um aspecto relevante da engenharia social compreende a inaptidão dos indivíduos manterem-se atualizados com diversas questões pertinentes a tecnologia da informação, além de não estarem conscientes do valor da informação que eles possuem e, portanto, não terem preocupação em proteger essa informação. É importante salientar que, independente do hardware, software e plataforma utilizada, o elemento mais vulnerável de qualquer sistema é o ser humano, o qual possui traços comportamentais e psicológicos que o torna susceptível a ataques de engenharia social. Dentre essas características, pode-se destacar:</p>
<p>* Vontade de ser útil: O ser humano, comumente, procura agir com cortesia, bem como ajudar outros quando necessário.</p>
<p>* Busca por novas amizades: O ser humano costuma se agradar e sentir-se bem quando elogiado, ficando mais vulnerável e aberto a dar informações.</p>
<p>* Propagação de responsabilidade: Trata-se da situação na qual o ser humano considera que ele não é o único responsável por um conjunto de atividades.</p>
<p>* Persuasão: Compreende quase uma arte a capacidade de persuadir pessoas, onde se busca obter respostas específicas. Isto é possível porque as pessoas têm características comportamentais que as tornam vulneráveis a manipulação.</p>
<h2>2.3 Técnicas</h2>
<p>A maioria das técnicas de engenharia social consiste em obter informações privilegiadas enganando os usuários de um determinado sistema através de identificações falsas, aquisição de carisma e confiança da vítima. Um ataque de engenharia social pode se dar através de qualquer meio de comunicação. Tendo-se destaque para telefonemas, conversas diretas com a vítima, e-mail, internet e outros. Algumas dessas técnicas são:</p>
<h3>2.3.1 Vírus que se espalham por e-mail</h3>
<p lang="pt-BR">Criadores de vírus geralmente usam e-mail para a propagar de suas criações. Na maioria dos casos, é necessário que o usuário ao receber o e-mail execute o arquivo em anexo para que seu computador seja contaminado. O criador do vírus pensa então em uma maneira de fazer com que o usuário clique no anexo. Uma dos métodos mais usados é colocar um texto que desperte a curiosidade do usuário.</p>
<p lang="pt-BR">O texto pode tratar de sexo, de amor, de notícias atuais ou até mesmo de um assunto particular do internalta. Um dos exemplos mais clássicos é o vírus “I Love You”, que chegava ao e-mail das pessoas usando este mesmo nome. Ao receber a mensagem, muitos pensavam que tinham um(a) admirador(a) secreto(a) e na expectativa de descobrir quem era, clicavam no anexo e contaminam o computador. Repare que neste caso, o autor explorou um assunto que mexe com qualquer pessoa.</p>
<p>Alguns vírus possuem a característica de se espalhar muito facilmente e por isso recebem o nome de worms (vermes), problemas comumente notados em ambiente Microsoft Windows.</p>
<p>Aqui, a engenharia social também pode ser aplicada. Imagine, por exemplo, que um worm se espalha por e-mail usando como tema cartões virtuais de amizade. O internauta que acreditar na mensagem vai contaminar seu computador e o worm, para se propagar, envia cópias da mesma mensagem para a lista de contatos da vítima e coloca o endereço de e-mail dela como remetente. 	Quando alguém da lista receber a mensagem, vai pensar que foi um conhecido que enviou aquele e-mail e como o assunto é amizade, pode acreditar que está mesmo recebendo um cartão virtual de seu amigo. A tática de engenharia social para este caso, explora um assunto cabível a qualquer pessoa: a amizade.</p>
<h3>2.3.2 E-mails falsos (spam)</h3>
<p lang="pt-BR">Este é um dos tipos de ataque de engenharia social mais comuns e é usado principalmente para obter informações financeiras da pessoa, como número de conta-corrente e senha. Neste caso, o aspecto explorado é a confiança. Boa parte dos criadores desses e-mails são criminosos que desejam roubar o dinheiro presente em contas bancárias. Porém, os sistemas dos bancos são muito bem protegidos e quase que invioláveis.</p>
<p>Para o cracker é inviável tentar burlar a seguranças dos sistemas bancários, é mais fácil ao criminoso tentar enganar as pessoas para que elas forneçam suas informações bancárias. A tática usada é a seguinte: o criminoso adquire uma lista de e-mails usados para spam que contém milhões de endereços, depois vai a um site de um banco muito conhecido, copia o layout da página e o salva em um site provisório, que tem a endereço semelhante ao site do banco. Neste site, ele faz uma cópia idêntica a do banco e disponibiliza campos específicos para o usuário digitar seus dados confidenciais. O passo seguinte é enviar um e-mail à lista adquirida usando um layout semelhante ao do site. Esse e-mail é acompanhado por um link que leva ao site falso.</p>
<p lang="pt-BR">Para fazer com que o internauta clique no link, o texto da mensagem pode, por exemplo, sugerir uma premiação: &#8220;Você acaba de ser premiado com 10 mil reais. Clique no link para atualizar seu cadastro e receber o prêmio&#8221;. Como a instituição bancária escolhida geralmente é muito conhecida, as chances de que o internauta que recebeu o e-mail seja cliente do banco são grandes. Assim, ele pode pensar que de fato foi o banco que enviou aquela mensagem, afinal, o e-mail e o site do link tem o layout da instituição. Como conseqüência, a vítima ingenuamente digita seus dados e dias depois percebe que todo o dinheiro da sua conta sumiu.</p>
<p lang="pt-BR">A forma utilizada para convencer o usuário a fazer isso é uma tática de engenharia social.</p>
<h2>3. Estudo de Caso</h2>
<p lang="pt-BR">Mitnick, hacker mais famoso da história, volta à internet. [1]</p>
<p lang="pt-BR">Com um gesto quase prosaico, um dos bloqueios mais marcantes da história da internet: em 21 de janeiro, encerrou-se o prazo de liberdade condicional do hacker Kevin Mitnick, 39, que já foi considerado pelo governo dos EUA &#8220;o criminoso de informática mais perigoso de todos os tempos&#8221;.</p>
<p lang="pt-BR">Depois de invadir uma série de redes de computadores, inclusive as de grandes empresas de software e hardware e de uma agência de espionagem norte-americana, passar vários anos preso e sofrer restrições profissionais, Mitnick finalmente obteve autorização para acessar a internet.</p>
<p lang="pt-BR">Ele não comentou seus planos imediatos, mas sua namorada, a jornalista de tecnologia Darci Wood, declarou que o primeiro site a ser acessado pelo hacker seria o dela, um blog (diário virtual) cujo endereço é www.labmistress.com/lmblog/girlgeek.</p>
<p lang="pt-BR">Embora tenha sido capturado várias vezes nos anos 80, Mitnick sempre voltou a praticar invasões, em parte aproveitando as penas relativamente pequenas que recebeu. Mas, em 1994, ele foi finalmente derrotado: numa atitude que poderia ser considerada audaz para qualquer outro hacker, mas que para ele era até banal, invadiu os PCs do cientista e especialista em segurança Tsutomu Shimomura, que estava ganhando fama por sua colaboração com o governo dos EUA.</p>
<p lang="pt-BR">A caçada cibernética que se seguiu foi a desgraça de Mitnick: depois de algumas semanas, Shimomura e o FBI conseguiram localizar o hacker, que foi preso num apartamento alugado em Raleigh, na Carolina do Norte.</p>
<p lang="pt-BR">Naquela vez, as autoridades norte-americanas não deixaram barato: Mitnick ficou detido entre 1995 e 2000 sem julgamento, o que causou revolta entre seus fãs e ajudou a alimentar o mito do hacker na internet, que chegou a servir como meio para arrecadação de fundos para a defesa legal de Mitnick.</p>
<p lang="pt-BR">O Departamento de Justiça dos EUA diz que Mitnick causou prejuízos de US$ 1 milhão, mas os promotores que o acusaram falam em US$ 300 milhões, sem revelar mais detalhes.</p>
<p lang="pt-BR">Embora Mitnick fosse capaz de feitos tecnológicos consideráveis (como manipular redes de telefonia celular para acessar a internet sem ser detectado), sua principal estratégia para invadir computadores foi o que ele chama de &#8220;engenharia social&#8221;, ou seja, enganar funcionários de empresas de informática para conseguir senhas e contas de acesso.</p>
<p lang="pt-BR">Filho de pais separados, Mitnick cresceu em Los Angeles, na Califórnia, sem muitos recursos financeiros -a mãe começou a trabalhar como garçonete após o divórcio, que aconteceu quando o filho tinha três anos. Na adolescência, o hacker praticou seu primeiro truque: usando um furador de papel, descobriu como fraudar bilhetes de ônibus para viajar sem comprar passagens.</p>
<p lang="pt-BR">Embora tenha acessado redes altamente confidenciais, Mitnick não manifesta a agressividade muitas vezes associada aos invasores digitais: em sua trajetória, a destruição de arquivos alheios é uma atitude bastante rara. &#8220;Eu nunca danifiquei intencionalmente nenhum dos computadores que invadi&#8221;, afirma.</p>
<p lang="pt-BR">Mas a compulsão por acessar sistemas proibidos é uma constante na vida do hacker. Um exemplo: sua ex-mulher, Bonnie Vitello, era uma funcionária da companhia telefônica General Telephone que o ajudou a praticar invasões. Em 1987, quando namoravam, ambos foram presos pelo FBI. Bonnie acabou sendo liberada e se casou com o hacker poucos meses depois.</p>
<p lang="pt-BR">O hacker não se diz arrependido. No primeiro capítulo de seu livro, que pode ser consultado na internet, ele afirma: &#8220;O que fiz não era nem ilegal quando comecei, mas se tornou crime depois que nova legislação foi aprovada&#8221;. &#8220;Eu continuei mesmo assim.&#8221;</p>
<p lang="pt-BR">Ele aponta a &#8220;diversão&#8221; como principal motivo de suas ações: &#8220;Na verdade, tudo foi para saciar minha curiosidade, ver o que eu podia fazer e obter informações secretas sobre tudo o que me interessasse&#8221;. &#8220;De um menino que gostava de brincar com mágica, transformei-me no hacker mais famoso do mundo.&#8221;</p>
<h2>4. Conclusão</h2>
<p lang="pt-BR">Atualmente, informação constitui um bem de suma importância para as organizações dos mais variados segmentos.</p>
<p lang="pt-BR">A Internet popularizada ao longo dos anos 90 permitiu a troca e disponibilidade de informações por meio da WWW (World Wide Web). Outros mecanismos de comunicação e troca de informações como correio eletrônico também têm proporcionado benefícios no uso profissional e pessoal.</p>
<p lang="pt-BR">Informação compreende qualquer conteúdo que possa ser armazenado ou transferido de algum modo, servindo a determinado propósito e sendo de utilidade ao ser humano. Dentro do universo de informações, muitas delas têm valor pessoal ou mesmo organizacional.</p>
<p lang="pt-BR">Na grande maioria das situações, usuários de informações desconhecem seu valor e pode colocar a si ou uma instituição numa condição vulnerável, principalmente, quando diante de um engenheiro social, conforme abordado neste artigo.</p>
<h2>5. Agradecimentos</h2>
<p lang="pt-BR">A todas as fontes de informação que tornaram possíveis a criação desse artigos e a todos os incansáveis profissionais que buscam tornar os meios de comunicação mais viáveis, éticos e alcançáveis a todas a classes sociais.</p>
<h2>6. Outras Informações</h2>
<p lang="pt-BR">Um filme interessante que mostra exemplos de uso de Engenharia Social é Prenda-me se for capaz, dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Leonardo DiCaprio e Tom Hanks. O filme retrata a história de Frank W. Abagnale, ex-fraudador e especialista em combate à falsificação, desfalques e documentos seguros. Uma entrevista com Abagnale pode ser lida em [2].</p>
<p lang="pt-BR">Um livro que pode também ser útil para maior compreensão do assunto é &#8220;The Art of Deception&#8221; (editado no Brasil com o nome de &#8220;A Arte de Enganar&#8221;), de autoria de Kevin Mittnick e William Simon. Já o livro &#8220;Cuckoo&#8217;s Egg: tracking a spy through the maze of computer espionage&#8221;, de Cliff Stoll trata da mesma temática em forma romanceada.[3]</p>
<p lang="pt-BR">
<h2>7. Referências Bibliográficas</h2>
<p lang="en-US">Wikipedia, URL: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_social">http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_social</a> &#8211; Acesso em: 10/10/2006 ãs 16:50 hs</p>
<p lang="en-US">Espaço Acadêmico. URL: <a href="http://www.espacoacademico.com.br/043/43amsf.htm">http://www.espacoacademico.com.br/043/43amsf.htm</a> &#8211; Acesso em: 10/10/2006 às 16:32 hs</p>
<p lang="en-US">Info Wester, URL: <a href="http://www.infowester.com/col120904.php">http://www.infowester.com/col120904.php</a> &#8211; Acesso em: 10/10/2006 às 17:09 hs</p>
<p lang="en-US">[1] GARATTONI BRUNO, Folha de São Paulo. 22/01/2006.</p>
<p>[2] <a href="http://www.codin.rn.gov.br/noticias.asp?idnoticia=5956">http://www.codin.rn.gov.br/noticias.asp?idnoticia=5956</a> &#8211; Acesso em: 11/10/2006</p>
<p>[3] http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_social &#8211; Acesso em 11/10/2006</p>
<h2>Outras inforamções</h2>
<p>Você pode baixar o artigo em formato pdf em <a href="http://faraohh.files.wordpress.com/2010/01/artigote-n1-marcello.pdf">Artigo Engenharia Social</a></p>
<br />Publicado emgeral Tagged: enganação, engenharia socia, persuasão <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=66&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Nurse Scheduling Problem (Problema de Escalonamento de Enfermeiras)</title>
		<link>http://faraohh.wordpress.com/2009/12/30/problema-escalonamento-de-enfermeiras/</link>
		<comments>http://faraohh.wordpress.com/2009/12/30/problema-escalonamento-de-enfermeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 12:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[glpk]]></category>
		<category><![CDATA[nsp]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Mais conhecido com NSP (Nurse Scheduling Problem) ou Problema de Escalonamento de Enfermeiras(os) determina o ação de trabalho em um quadro de enfermeiras em um período específico levando em considerações várias restrições, buscando atender um objetivo específico. Definição do Problema Dependendo da quantidade de restrições e das relações entre elas, o problema pode ser NP-difícil [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=48&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Mais conhecido com NSP (Nurse Scheduling Problem) ou Problema de Escalonamento de Enfermeiras(os) determina o ação de trabalho em um quadro de enfermeiras em um período específico levando em considerações várias restrições, buscando atender um objetivo específico.</p>
<h2>Definição do Problema</h2>
<p>Dependendo da quantidade de restrições e das relações entre elas, o problema pode ser NP-difícil e pode ser usado (meta-)herísticas para ser resolvido.</p>
<h2>Modelagem</h2>
<p>Iremos abordar o assunto tratando uma instância simples, seguindo a seguinte estrutura para cada enfermeira:</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" align="center">
<thead>
<tr>
<th scope="col">Turno/Semana</th>
<th scope="col">Domingo</th>
<th scope="col">Segunda</th>
<th scope="col">Terça</th>
<th scope="col">Quarta</th>
<th scope="col">Quinta</th>
<th scope="col">Sexta</th>
<th scope="col">Sábado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<th scope="row">Turno1</th>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">Turno2</th>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">Turno3</th>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Cada enfermeira preeche a tabela segundo sua preferência de trabalho, seguindo os seguintes critérios:</p>
<ul>
<li><strong>Não Quero (0,0)<br />
</strong></li>
<li><strong>Talvez (0,5)</strong></li>
<li><strong>Quero (1,0)<br />
</strong></li>
</ul>
<p>Essa estrutura será replicada dentro do horizonte de planejamento, que pode ser de 1 mês, 1 semestre (6 meses) ou o período que for necessário.</p>
<div id="section_4">
<h2>Restrições</h2>
<p>São inúmeras restrições que podem variar segundo a realidade de cada hospital/enfermaria e realidade trabalhista de cada país/estado, logo iremos definir nossas restrições para abordar um instância do problema, mais ou menos segundo a realidade dos hospitais brasileiros.</p>
<ol>
<li><strong>Uma enfermeira não pode trabalhar mais de um turno por dia;<br />
</strong></li>
<li><strong>As enfermeiras podem trabalhar no máximo &#8220;x&#8221; dias seguidos de trabalho;</strong></li>
<li><strong>Quantidade mínima e máxima de enfermeiras por dia e turno de trabalho;<br />
</strong></li>
<li><strong>Carga mínima de trabalho por enfermeira;</strong></li>
<li><strong>Enfermeiras que não podem trabalhar juntas;</strong></li>
<li><strong>Alocar a enfermeira segundo sua preferência por Turno/Semana de trabalho</strong>.</li>
</ol>
</div>
<div id="section_5">
<h2>Função Objetivo</h2>
<p>O problema pode ser resolvido usando Programação Linear ou Programação Linear Inteira dependendo do tipo de modelagem, para resolver o problema temos que definir um função objetivo que pode ser maximizar ou minimizar algo, por exemplo no modelo acima queremos maximizar as preferências das enfermeiras.</p>
<h2>Software</h2>
<p>Criamos um software em PHP usando banco de dados MySQL e uma ferramenta chamada <a href="http://www.gnu.org/software/glpk/" target="_blank">GLPK</a> (<span style="text-decoration:underline;">G</span>NU <span style="text-decoration:underline;">L</span>inear <span style="text-decoration:underline;">P</span>rogramming <span style="text-decoration:underline;">K</span>it) e versionamos o código em <a href="https://svn.cercomp.ufg.br/pub/nsp/" target="_blank">Projeto NSP</a> quem quiser dar um olhada o projeto está <a href="http://200.137.222.231/~marcello/nsp/" target="_blank">no ar</a>.</p>
</div>
<br />Publicado emSoftware Livre Tagged: glpk, nsp <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faraohh.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faraohh.wordpress.com/48/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faraohh.wordpress.com&amp;blog=3629339&amp;post=48&amp;subd=faraohh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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